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Pastora é presa suspeita de envenenar marido para ficar com dinheiro em GO

Pastora Sueli Alves dos Santos Oliveira foi presa por suspeita de envenenar o próprio marido Imagem: Polícia Civil/Divulgação

Gabryella Garcia

Colaboração para o UOL, em São Paulo

24/09/2022 15h12Atualizada em 24/09/2022 15h35

A pastora Sueli Alves dos Santos Oliveira, de 42 anos, foi presa em flagrante ontem por suspeita de envenenar o próprio marido, José Maria Vieira de Oliveira, de 49 anos. De acordo com a delegada Mágda D’Ávila, responsável pela investigação, a suspeita tentou simular o suicídio dele com a intenção de ficar com os benefícios do plano funerário da vítima, que ela mesma havia feito em seu nome. O crime ocorreu em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia.

A PM (Polícia Militar) foi acionada por volta das 9h30 de ontem pela própria Sueli, que afirmou ter chegado em casa por volta das 6h e encontrado o corpo no chão, já sem vida. Em conversas com vizinhos, os policiais foram informados de que o casal estava em processo de separação e que a pastora apresentava um histórico de agressões contra a vítima. Também informaram à PM que, na quinta-feira (22), por volta das 19h, ouviram agressões verbais por parte de Sueli.

apurou-se que a pastora havia resetado o celular de José Maria, a fim de apagar os registros e fotos de agressões.

D’Ávila também conversou com filhos da vítima, que afirmaram que a suspeita já havia atentado contra seu ex-marido na cidade de Brasília, motivo pelo qual ela seria proibida de manter contato com os próprios filhos, frutos de seu relacionamento anterior.

Sueli Alves dos Santos Oliveira fez plano funerário para marido em seu próprio benefício - Polícia Civil/Divulgação
Sueli Alves dos Santos Oliveira fez plano funerário para marido em seu próprio benefícioImagem: Polícia Civil/Divulgação

“Também foi localizado um plano funerário da vítima feito pela autora em que ela própria seria a beneficiária, plano feito no mês de abril deste ano, demonstrando que ela premeditou o crime”, afirmou a delegada.

Após ser detida em flagrante pelo crime de homicídio qualificado, Sueli apresentou duas identidades com sobrenomes diferentes em virtude de casamentos anteriores. Por esses motivos, a imagem e qualificação da pastora foram divulgadas para identificação de outras possíveis vítimas, conforme interesse público e seguindo os ditames da Lei 13.869/2019 e Portaria 02/2020-PCGO.

A Polícia Civil não informou se a pastora já apresentou advogado de defesa.

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