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Novos esportes e avanço feminino levam Brasil ao recorde de medalhas

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Mulheres correspondem a quase 50% dos pódios, a maioria dos ouros e, junto com as entradas de skate e surfe, são as grandes responsáveis pelo recorde de medalhas

O Brasil atingiu o recorde de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio. No momento, o país tem 16 no quadro oficial, quatro ouros, quatro pratas e oito bronzes, e são outras outras quatro garantidas, com as finais do boxe (2), futebol masculino e vôlei feminino. Assim, com 20 medalhas, o país já supera os 19 pódios da Rio 2016.

Na comparação com a Rio 2016, dois pontos que já eram esperados nas previsões de medalhas, chamam a atenção: a maior participação das mulheres no número de pódios e uma boa quantia de conquistas nos novos esportes, incluídos para Tóquio: surfe e skate.

Nos Jogos da Rio 2016, as mulheres foram responsáveis por cinco das 19 medalhas, uma porcentagem menor que 30%. Em Tóquio, até o momento, elas levaram nove das 20 medalhas, ou seja, 45%. Mais importante ainda, foram responsáveis por 75% dos ouros, com três em quatro.

Surfe e skate, modalidades que o Brasil é uma das maiores potências, trouxeram quatro dessas vinte medalhas, ou seja 20%. Esperava-se, em número uma quantia um pouco maior, visto que, por exemplo, Gabriel Medina (Surfe) e Pâmela Rosa (Skate), favoritos ao ouro, saíram sem medalhas.

Além das 20 já conquistadas, o Brasil ainda pode levar as medalhas com Isaquias Queiroz (canoagem) e o vôlei masculino, que tenta o bronze. Por fora, tem a equipe de hipismo.

Por Guilherme Costa — Tóquio, Japão

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